Visitantes :

O que vem a ser o projeto Toc Percussivo ?

Este projeto foi criado no ano 2002 com o intuito de levar ás crianças e jovens a oportunidade de aprender um pouco mais sobre o universo musical percussivo. Este projeto tem por base de que um cidadão quando tem uma oportunidade de aprendizado e de crescimento, este quando formado e informado, trará consigo a lembrança de que sempre que pudermos, devemos doar um pouco de nós mesmos para o crescimento de outros. A idéia é levar até esses jovens e crianças um pouco de teoria e prática musical, oficina de construção de instrumentos percussivos e noções de cidadania.

Fundadores do Projeto :

Marcos Lima - Músico Percussionista, Sonoplasta de peças teatrais, Luthier de instrumentos percussivos formado também em Administração de Empresas.

Elisandra Dias - Percussionista e formada também em turismo.

Isabel C. Andréa - Professora de Música.

Local onde funciona o Projeto : O projeto ainda não possui sede própria, mas trabalha em dois locais diretamente na comunidade.

1) Salão da Igreja São Francisco de Assis no Jd. Independência - Limeira- S.P.

2) Centro Social Jd. Belinha Ometto - Limeira-S.P.

Telefones para contatos Cel (19) 9787.7789

PARCERIAS

- CONQUISTAS -

TOC PERCUSSIVO Faz encerramento de evento no Hospital UNIMED em Limeira

Projeto Toc Percussivo é destaque no "Portal do Voluntário"

Globo/EPTV

1º Lugar no Festival Canta Limeira - 2006

Notícia Net Limeira

Notícia Gazeta de Limeira

Prêmio ACLAMAÇÃO POPULAR no Festival FESTI AFRO 2005 - Limeira

FOTOS:


ANIVERSARIANTES >

Sexta-feira, Outubro 13, 2006


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AFOXÉ

Trata-se de mais um ritmo afro presente na cultura local.
De origem iorubá, a palavra afoxé poderia ser traduzida como "a fala que faz".
Para alguns pesquisadores seria uma forma diversa do maracatu.
O termo Afoxé da África denota a festa profano-religiosa efetuada pela nação
no momento oportuno. A expressão afoxé teve uso restrito, apenas entre os
seus participantes, já que os autores dedicados ao estudo do maracatu não
a registram.

Três instrumentos básicos fazem parte desta manifestação.
O afoxé (ou agbê), cabaça coberta por uma rede formada de sementes ou
contas, é percutido agitando-se a rede, que fricciona no corpo da cabaça.
Os atabaques, basicamente de três tipos, com três tamanhos diferentes
que em conjunto traduzem o som do ijexá, tocado no afoxé atualmente.
O agogô, formado por duas campânulas de metal, com sonoridades
diferentes, é quem dita o ritmo aos demais instrumentos.

As melodias entoadas nos cortejos dos afoxés são praticamente as
mesmas cantigas ou orôs entoados nos terreiros afro-brasileiros que
seguem a linha jexá. O Afoxé, longe de ser, como muita gente imagina,
apenas um bloco carnavalesco, tem profunda vinculação com as
manifestações religiosas dos terreiros de candomblé.
Vem daí o fato de chamar-se o afoxé, muitas vezes, de "Candomblé de rua".
Inclusive por homenagear um orixá, geralmente, o orixá da casa de
candomblé a que pertence. Em Pernambuco, o afoxé ressurge com o
Movimento Negro Unificado no final da década de 70, como uma das
formas de se fazer chegar à maioria da população, o debate sobre consciência
negra e liberdade, através da música.

Marcos Roberto Lima - 11:37 AM




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